Colombo, um MUNDO por descobrir...
Queria ir ao cinema, já se fazia tarde para ir a sessão do filme que eu queria ir ver, o único sitio onde eu podia ter hipótese de ver o filme ainda no dia, era no Colombo.
Não gosto nada do Colombo, mas também, quem gosta?
Deve haver quem goste e ache uma ida ao Colombo, assim o máximo, mas esse esta longe de ser o meu caso, mas ir ao Colombo é assim quase que ir a Amadora e a Damaia sem sair de Lisboa, se é que Benfica ainda é Lisboa.
O filme não foi nada do que eu esperava, mas não foi mau, mas também não foi bom, foi mais um filme.
Sai do cinema a correr para ir a casa de banho, estava super aflito, depois de ter bebido uma coca-cola imensa durante o filme. Entrei na primeira casa de banho que vi.
Estava sozinho na casa de banho, caso raro, quando se trata de uma casa de banho de centro comercial.
Logo passado alguns segundos, vejo entrar um rapaz, de pele muito clara, não devia ter mais de 20 anos, um pouco mais baixo que eu e ainda com algum acne, demonstrava que era efectivamente novo, cabelo castanho claro, olhos também castanhos e lábios rosados.
Eu continuei a fazer o meu xixi, e o rapaz com tanto sítio para fazer o xixi dele, teve que se vir colocar mesmo ao meu lado.
E eu que detesto fazer ali nos mictórios, mas já que o wc estava vazio, porque não?
OK, ele não para de olhar para a minha pila.
Ele não esta a fazer mais nada a não ser olhar para a minha pila.
Acabei, voltei a acomodar o meu menino dentro dos boxers e dirigi-me para os lavatórios, agora ele não deixava de olhar para mim.
OK, estou a sentir-me incomodado.
Fui secar as mãos, e ele não parava nem por nada de olhar para mim.
Quando eu já estava quase a acabar ele fez um pequeno sinal com a cabeça, que eu percebi perfeitamente que era o sinal para ir para o lado dele.
E la fui, toda aquela situação era um mix entre adrenalina e tesão, mal voltei a mete-lo para fora, já ele estava a agarra-lo.
Meio envergonhado e cheio de tesão e sem saber o que fazer, ali estava eu com um puto a agarrar-me a pila e a olhar atentamente para mim, como se estivesse a espera de uma luz verde da minha parte para avançar.
Barulho lá fora.
Paramos imediatamente, compus-me e sai logo dali, ele saiu logo de seguida. E fez-me um pequeno sinal para esperarmos um pouco.
E agora?
E agora? Agora não sei, não sei se fique, não sei se me vá, suponho que se me for ele vai a traz de mim.
Esta bem eu espero um pouco, fico por aqui a espera de ver sair os senhores que entraram.
Meu deus, isto era irreal, eu não estava efectivamente ali, aquilo não me estava a acontecer, aquela situação estava a assustar-me, se ao mesmo tempo as minhas pernas estavam a tremer de receio de ser apanhado, por outro lado a adrenalina e a tesão estavam também ao rubro. Eu ia ter mais uma história para contar aos netos. Lol
Os senhores saíram. Voltei a casa de banho, ele segui-me logo.
Voltei ao mesmo sítio em que estava.
Passado uns segundos ele já estava na mesma posição onde tínhamos ficado a pouco. Num ápice eu já estava a sentir a língua dele passar na minha pila e ele a mete-la na boca.
Efectivamente, estava a ser o delírio, ali numa casa de banho de um centro comercial, eu estava a ser mamado, sim eu sei que este sítio é um famoso sitio para o engate em Lisboa. Mas não é assim um sítio onde eu me imaginasse estar, fazer ou receber seja o que for. Mas acontece, e as coisas têm que ser aproveitadas quando aparecem, aquela história de deixar na prateleira a espera que um dia nos apeteça e possamos lá ir buscar não funciona bem, todos sabemos que a comida se mexe e até existe comida com vontade própria, o que dificulta e muito a maior parte das tentativas de colocar algo de reserva.
E o pequeno já estava ali quase de joelhos, e a fazer um trabalho bem feito, nisto ele levanta-se e pela primeira vez fala comigo…
“hummm que pau gostoso”
Ahhhhhhhhhhhhhhhh, é brasileiro, eu não acredito. Efectivamente isto não me estava a acontecer, e eu que tenho aquele problema de sociabilização com os pequenos e grandes que vem lá do outro lado do atlântico. Não sei, cada vez que falam fico sempre com a sensação que estão a ser super falsos. Aquilo não estava efectivamente a acontecer.
É real, ele estava a falar mais e eu nem estava a ouvir, na minha cabeça só ecoava um som, “ele é brasileiro”, eu não sou nada adepto de comer este tipo de picanha que não vem servida com feijão preto e farofa.
“Desculpa, não percebi o que disseste”
E ele lá repetiu, que tínhamos que ter cuidado pois podia entrar alguém ou poderia chegar um dos seguranças do centro comercial, e ainda mais irreal estava a sugerir para trocarmos número de telefone.
Lá trocamos número de telemóvel e saímos do wc.
Não tinham passado ainda 5 minutos e ele já me estava a mandar uma sms a dizer se eu não queria ir ter com ele a casa dele.
Será que fui? Será que não fui?
Fica para a próxima.
Não gosto nada do Colombo, mas também, quem gosta?
Deve haver quem goste e ache uma ida ao Colombo, assim o máximo, mas esse esta longe de ser o meu caso, mas ir ao Colombo é assim quase que ir a Amadora e a Damaia sem sair de Lisboa, se é que Benfica ainda é Lisboa.
O filme não foi nada do que eu esperava, mas não foi mau, mas também não foi bom, foi mais um filme.
Sai do cinema a correr para ir a casa de banho, estava super aflito, depois de ter bebido uma coca-cola imensa durante o filme. Entrei na primeira casa de banho que vi.
Estava sozinho na casa de banho, caso raro, quando se trata de uma casa de banho de centro comercial.
Logo passado alguns segundos, vejo entrar um rapaz, de pele muito clara, não devia ter mais de 20 anos, um pouco mais baixo que eu e ainda com algum acne, demonstrava que era efectivamente novo, cabelo castanho claro, olhos também castanhos e lábios rosados.
Eu continuei a fazer o meu xixi, e o rapaz com tanto sítio para fazer o xixi dele, teve que se vir colocar mesmo ao meu lado.
E eu que detesto fazer ali nos mictórios, mas já que o wc estava vazio, porque não?
OK, ele não para de olhar para a minha pila.
Ele não esta a fazer mais nada a não ser olhar para a minha pila.
Acabei, voltei a acomodar o meu menino dentro dos boxers e dirigi-me para os lavatórios, agora ele não deixava de olhar para mim.
OK, estou a sentir-me incomodado.
Fui secar as mãos, e ele não parava nem por nada de olhar para mim.
Quando eu já estava quase a acabar ele fez um pequeno sinal com a cabeça, que eu percebi perfeitamente que era o sinal para ir para o lado dele.
E la fui, toda aquela situação era um mix entre adrenalina e tesão, mal voltei a mete-lo para fora, já ele estava a agarra-lo.
Meio envergonhado e cheio de tesão e sem saber o que fazer, ali estava eu com um puto a agarrar-me a pila e a olhar atentamente para mim, como se estivesse a espera de uma luz verde da minha parte para avançar.
Barulho lá fora.
Paramos imediatamente, compus-me e sai logo dali, ele saiu logo de seguida. E fez-me um pequeno sinal para esperarmos um pouco.
E agora?
E agora? Agora não sei, não sei se fique, não sei se me vá, suponho que se me for ele vai a traz de mim.
Esta bem eu espero um pouco, fico por aqui a espera de ver sair os senhores que entraram.
Meu deus, isto era irreal, eu não estava efectivamente ali, aquilo não me estava a acontecer, aquela situação estava a assustar-me, se ao mesmo tempo as minhas pernas estavam a tremer de receio de ser apanhado, por outro lado a adrenalina e a tesão estavam também ao rubro. Eu ia ter mais uma história para contar aos netos. Lol
Os senhores saíram. Voltei a casa de banho, ele segui-me logo.
Voltei ao mesmo sítio em que estava.
Passado uns segundos ele já estava na mesma posição onde tínhamos ficado a pouco. Num ápice eu já estava a sentir a língua dele passar na minha pila e ele a mete-la na boca.
Efectivamente, estava a ser o delírio, ali numa casa de banho de um centro comercial, eu estava a ser mamado, sim eu sei que este sítio é um famoso sitio para o engate em Lisboa. Mas não é assim um sítio onde eu me imaginasse estar, fazer ou receber seja o que for. Mas acontece, e as coisas têm que ser aproveitadas quando aparecem, aquela história de deixar na prateleira a espera que um dia nos apeteça e possamos lá ir buscar não funciona bem, todos sabemos que a comida se mexe e até existe comida com vontade própria, o que dificulta e muito a maior parte das tentativas de colocar algo de reserva.
E o pequeno já estava ali quase de joelhos, e a fazer um trabalho bem feito, nisto ele levanta-se e pela primeira vez fala comigo…
“hummm que pau gostoso”
Ahhhhhhhhhhhhhhhh, é brasileiro, eu não acredito. Efectivamente isto não me estava a acontecer, e eu que tenho aquele problema de sociabilização com os pequenos e grandes que vem lá do outro lado do atlântico. Não sei, cada vez que falam fico sempre com a sensação que estão a ser super falsos. Aquilo não estava efectivamente a acontecer.
É real, ele estava a falar mais e eu nem estava a ouvir, na minha cabeça só ecoava um som, “ele é brasileiro”, eu não sou nada adepto de comer este tipo de picanha que não vem servida com feijão preto e farofa.
“Desculpa, não percebi o que disseste”
E ele lá repetiu, que tínhamos que ter cuidado pois podia entrar alguém ou poderia chegar um dos seguranças do centro comercial, e ainda mais irreal estava a sugerir para trocarmos número de telefone.
Lá trocamos número de telemóvel e saímos do wc.
Não tinham passado ainda 5 minutos e ele já me estava a mandar uma sms a dizer se eu não queria ir ter com ele a casa dele.
Será que fui? Será que não fui?
Fica para a próxima.


5 Comments:
Comida internacional, também alimenta... coff
Apesar dos anos a que isto já foi escrito, concordo com a Samantha, aí em cima.
De toda esta parvoíce, digo que os meninos da Damaia e da Amadora são óptimos alimentos!
Quanta bobagem...Qual o problema em ser brasileiro, angolano, inglês, norte americano? Estava a ser mamado deliciosamente e estava preocupado com a nacionalidade do gajo? És um bobo como dizemos no Brasil...
Este comentário foi removido pelo autor.
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